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6 dicas para potencializar seu negócio social.

6 dicas para potencializar seu negócio social.

1 – Inscreva-se em premiações.

“Hoje quando vou visitar um condomínio, escola, ou empresa, levo uma carteira de cases, relação de clientes e um resumo da minha experiência para mostrar, e então, transmitir segurança no meu trabalho. No começo não era assim. As premiações nacionais e internacionais trazem uma grande influência, positiva, para a credibilidade dos projetos apresentados. Atualmente, há muitas empresas, universidades e ONGs nacionais e internacionais promovendo este tipo de ação, como é o caso do prêmio Jovens Embaixadores Ambientais, promovido pela Bayer. Com certeza, o tempo usado para inscrever-se será recompensado.” – Alexandre Furlan, Sócio Fundador do Instituto Muda.

Links úteis para inscrição: Ashoka, Artemisia, Prêmio Odebrecht, Prêmio empreendedor social Folha, Eco-Challenge, World Summit Youth Award, Iam- Jovem empreendedor da Universidade Anhembi.

 

2 – Projeto piloto.

“A maioria dos empreendedores sociais vive a mesma situação que passei. São jovens e o conceito de seu negócio social é novo, e o detalhe: a empresa é nova. Para fugir de todas essas barreiras, faça um projeto piloto, com qualidade, e depois documente passo a passo, analisando os erros e acertos. Depois monte a comunicação em cima dele (folders, peças de comunicação online, etc.). A comunicação não é um detalhe, mas algo que vale a pena investir com um designer. Se você não tem muito dinheiro para contratar um, contrate um freelance, como um universitário do último ano de designer ou publicidade.” – Alexandre Furlan, Sócio Fundador do Instituto Muda.

Se você vai vender algum produto, entregue algumas amostras para potenciais clientes e peça um feedback; se você trabalha com serviços, como uma consultoria ambiental, execute o seu projeto (de graça) em uma empresa de algum amigo ou parente próximo. É a maneira mais rápida de colocar seu projeto para funcionar.

 

3 – Atendimento.

Faça o possível e o impossível pelo seu cliente. Parece óbvio, mas para muita gente não é. Entenda, para agradar o seu cliente, nem sempre 2+2= 4. Muitas vezes, vocês terá que abrir mão de parte do seu lucro ou pior, vai tomar prejuízo, para que no final seu cliente fique satisfeito. Isso é fundamental, principalmente no começo do negócio. O retorno virá.

 

4 – Foco.

“No começo da empresa, nós queríamos fazer de tudo, projeto de economia de água, energia, consultoria para construção verde, cursos, palestras. O problema é que não conseguíamos coordenar tantos itens, e o resultado era ruim. Resolvemos focar em Gestão de Resíduos e foi aí que a empresa começou a dar certo. Do mesmo modo que a maioria dos empreendedores, imagino que você vá iniciar a empresa com poucos recursos financeiros e humanos. Entenda que, você e seu (s) sócio(s) não têm “Super Poderes”, portanto foque somente em um projeto e coloque toda a energia possível, tenho certeza que será mais rápido o seu crescimento e reconhecimento. Em relação aos outros projetos, não se esqueça deles. Eles serão utilizados a médio e longo prazo.” – Alexandre Furlan, Sócio Fundador do Instituto Muda.

 

5 – Não planeje muito, faça acontecer.

Qualquer empreendedor seja ele social ou não, uma hora ou outra ouvirá sobre plano de negócios. É uma ferramenta muito importante que ajuda a verificar a viabilidade de sua organização no mercado, porém há um limite para seu uso. Como diz o ditado, o “papel aceita tudo”, portanto, seja bem cauteloso em seu planejamento para não se frustrar posteriormente como, por exemplo: primeiro mês de funcionamento, o faturamento será de R$ 500.000,00.

O plano de negócio é importante para te ajudar a colocar seu sonho no papel e minimizar os riscos, mas chega uma hora que ele começa a atrapalhar e desanimar os envolvidos. É como uma banda que só ensaia, mas nunca faz um show. Meu conselho é que você faça sim um plano de negócios, mas paralelamente, execute seu projeto, porque só com a prática você entenderá seu negócio e então, poderá construir um plano adequado.

 

6 – Entenda por que sua empresa existe.

O primeiro conceito que serve para qualquer empreendedor: 100 % das empresas não existem para gerar lucro, mas, sim para atender uma necessidade do mercado, e o dinheiro vem como consequência. No caso de nós, empreendedores sociais, ajudar o meio ambiente ou as pessoas são nossos objetivos, porque existem problemas sociais e ambientais, que, se comparados, seriam as necessidades do mercado convencional. Como consequência, ganhamos dinheiro (e temos que ganhar) para poder gerar mais impacto social positivo. Agora, se você pensar ao contrário, seu negócio social não será um negócio social e estará fadado ao fracasso.

Links úteis: Catarse, Benfeitoria, Impulso.

 

Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) Você sabe o que é?

Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS)- Você sabe o que é?

 

Após duas décadas de negociações, a política nacional de resíduos sólidos foi sancionada pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva em Outubro de 2010. Ela prevê a adequação do país sobre políticas mais responsáveis quanto à destinação dos resíduos.

Até agosto de 2014 os cerca de 2.810 municípios brasileiros, mais da metade do país, que não tratam adequadamente os seus resíduos terão obrigatoriamente de mudar essa triste realidade. Os lixões serão exterminados e somente os rejeitos (10% do resíduo total) terão sua entrada permitida em aterros sanitários. Os materiais recicláveis (papel, plásticos, vidros, metais e embalagens longa vida) como também os orgânicos (restos de comida) a partir de agosto de 2014, têm que achar outra destinação.

São três os principais pontos da política:

– Fechamento de lixões até 2014: até 2014 não deveriam mais existir lixões a céu aberto no Brasil. No lugar deles, devem ser criados aterros controlados ou aterros sanitários.

– Só rejeitos poderão ser encaminhados aos aterros sanitários: Os rejeitos são aquela parte do lixo que não tem como ser reciclado. Apenas 10% dos resíduos sólidos são rejeitos.

Logística reversa: o ponto mais interessante da política prevê que o fabricante tenha responsabilidade por suas embalagens, fazendo o destino correto através de diversas maneiras, como reciclagem, incineração, compostagem, e a solução mais ideal, que é transformar o resíduo em matéria prima, e voltar a sua linha de produção. A logística reversa é o fator mais interessante na política, pois não cria só a adequação ambiental, mas sim, diversas oportunidades de negócios. A expectativa é que uma multinacional que gera diariamente toneladas e mais toneladas de resíduos não terá como foco de sua empresa, fazer a logística reversa. Portando, a mesma, contratará outras para realizar este serviço, gerando empregos e renda a diversos trabalhadores.

Estágio Atual.

O atual estágio da política não é dos melhores. A lei previa para o começo de agosto de 2012 a entrega, por todos os municípios, de seus planos de gestão de resíduos. Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA) apenas 10% das cidades o fizeram. Os municípios afirmam que um dos principais entraves, é a falta de especialistas para desenvolvimento dos planos municipais.

Acreditamos que o tema só irá ser repensado e aplicado na prática pelos atores da nossa sociedade quando: empresas e indústrias gerarem valor de negócio à própria marca com os resíduos, principalmente com a logística reversa; pela população quando a mesma tiver condições de realizar a coleta seletiva facilmente e sem custo extras; as indústrias, cooperativas e empresas de reciclagem tiverem incentivo financeiro e fiscal.

O que mais nos preocupa nesta política, é a vinda ao Brasil de incineradores, mascarados pela ideia da produção de energia verde através do “lixo” e que poderá acabar com a reciclagem no Brasil, porém, deixaremos este tema, para um próximo post.

 

 

Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/o-caminho-do-lixo/noticia/2012/01/o-que-e-o-plano-nacional-de-residuos-solidos.html

Fonte: http://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/a-politica-nacional-de-residuos-solidos

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2013/06/1289660-lei-do-lixo-caminha-devagar-enquanto-grande-parte-dos-residuos-ainda-vai-para-lixoes.shtml

Principais problemas na Coleta seletiva em condomínios.

Principais problemas na Coleta seletiva em condomínios.

 

Nestes anos trabalhando com gestão de resíduos em condomínios, percebemos alguns gargalos para implementação da coleta seletiva e gostaria de dividir com vocês. A maioria dos síndicos  não acreditam na viabilidade do projeto com discursos como “No meu prédio eu tenho certeza que não irá funcionar”. Porque será que não irá funcionar? Temos certeza absoluta que com planejamento, comunicação e treinamento o projeto irá ser efetivo.

Falta de planejamento.

Para que um projeto de coleta seletiva seja um sucesso, o primeiro passo é fazer um bom planejamento como qualquer outro projeto. O material reciclável, em sua maioria, tem seu volume 10 vezes maior que o peso, portanto, é necessário um espaço para armazenar.

Em média, um apartamento com duas pessoas, produz um saco de 100 litros por semana de recicláveis e uma família de 4 pessoas, 200 litros. Com esses dados, você precisa ter certeza de quem irá coletar, e quantas vezes por semana.

A coleta ainda é grande impasse para a reciclagem conseguir deslanchar no Brasil. Na cidade de São Paulo, são produzidos e coletados diariamente pela prefeitura, 17 mil toneladas de lixo sendo que somente 2% serão destinados para a reciclagem. Portanto, é melhor não depender da prefeitura. Contrate uma empresa qualificada ou uma cooperativa para retirada.

Esqueça a ideia do passado, que os recicláveis irão gerar renda ao seu condomínio. Continuar batendo nessa tecla pode ser um fator que impeça a realização do projeto em seu condomínio.

 Falta de comunicação.

Para complementar os dois outros pontos comentados, outro aspecto muito importante para o sucesso do projeto de Coleta seletiva é uma comunicação vasta e objetiva, que irá complementar e reforçar o planejamento e o treinamento.

Entenda que um prédio é idêntico a uma empresa ou qualquer outra organização. Sem comunicação, nada funciona. As pessoas não entendem os motivos e os esforços empregados no processo vão por água abaixo, ainda mais, em um tema relativamente novo para as pessoas.

É importante divulgar a todos envolvidos no processo, (moradores, funcionarias domésticas e funcionários do condomínio) e em todos os meio possíveis (cartas, website do condomínio, Facebook, email, quadro de aviso, elevadores).

Um detalhe importante é para a objetividade da comunicação. Coloque comunicados com pouco texto (dois parágrafos no máximo com fonte número 12) e pelo menos uma imagem.

Três comunicações são fundamentais para o processo.

Treinamentos.

Pela nossa experiência com Gestão de Resíduos predial, vejo que a grande maioria das pessoas querem fazer a reciclagem porém, por ser um tema muito novo, muitas pessoas não sabem como fazer a separação dos recicláveis, e não é um informativo de papel no elevador que vai explicar tudo.

O lixo é responsabilidade de todos. Portanto, é necessário um treinamento presencial com todos os envolvidos no processo, funcionários do condomínio, funcionárias domésticas e moradores.

Com os moradores é melhor aplicar no período noturno vendo que a maioria chega do trabalho ou dos estudos a partir das 19:00. Com as funcionárias domésticas e funcionários do condomínio, o treinamento é mais efetivo no período matutino.

O que informar no treinamento?

Seja objetivo, a maioria das pessoas já sabe que o lixo é um dos maiores problemas ambientais e precisa ser destinado corretamente. Foque em como fazer, e não no por que.

Não é necessário fazer a separação em lixeiras coloridas já que 99,9 % das empresas, cooperativas ou até mesmo a prefeitura, que forem coletar no condomínio, coletarão todos recicláveis juntos e somente depois, a cooperativa irá fazer a triagem mais detalhada por tipo de material. O modelo mais correto para a separação em condomínios são somente dois coletores, um para Recicláveis e outro para Não recicláveis.

É necessário limpar os recicláveis sim: Os recicláveis são como qualquer outra matéria prima que irá ser vendida. Se sujar, ela desvaloriza. Outro motivo fazer a limpeza é agilidade e higiene do processo. Lembre-se que esse reciclável será armazenado em seu prédio, e se conter alimentos e outros rejeitos, irá atrair insetos e animais.

Tudo é reciclável, nem tudo é reciclado. A reciclagem é uma indústria, e varia muito de lugar para lugar. A embalagem é reciclável na cidade de São Paulo porque existe a tecnologia, porém em Londres não. Separe o que a empresa ou cooperativa irá coletar, não adianta levar em consideração o que a mídia diz, se adapte com sua realidade.

O isopor é um caso que a mídia, às vezes coloca que é um material reciclável, o que de fato ele é. Porém, há pouquíssimos lugares que recebem esse material então a probabilidade de ele ser reciclado é pequena.

Recicláveis.

Papel, Vidro, Metal, Plástico, Embalagem longa vida (Tetrapak).

Não recicláveis e orgânicos.

Resíduos infectantes, guardanapo, entulho, restos de comida, madeira, papel higiênico sujo e isopor.

 

 

Sustentabilidade predial em 5 dicas baratas e eficazes.

Sustentabilidade predial em 5 dicas baratas e eficazes.

 

Constantemente, a mídia publica inovações em sustentabilidade, porém, muitos ainda tem a imagem que ela pode gerar um alto investimento. Atualmente, existem diversas medidas a serem implementadas para ajudar o meio ambiente e muitas vezes, economizar um bom dinheiro.

Quando falamos em condomínios residenciais, existem muitas possibilidades. Existem mais possibilidades para condomínios em fase de construção, porém para condomínios existentes também existem inúmeras possibilidades de contribuir com a economia de recursos naturais.

Preparamos 5 dicas para você tornar seu prédio mais eco-eficiente sem gastar muito:

Captação de água de chuva.

Muitos síndicos que ouvem falar em captação de água de chuva, nem chegam a fazer uma cotação com receio do valor. O detalhe é que muitas não sabem mas 80% do sistema  já está implementado no condomínio.

Todo prédio, recebe água da chuva pela cobertura, e esta percorre uma tubulação que é destinada a uma caixa de água localizada normalmente no subsolo do mesmo. O que a maioria faz, é bombear essa água para a rua, ou seja, dinheiro. A captação de água de chuva já existe, o que o condomínio precisa, é investir no tratamento básico da água e reutiliza-la para irrigação dos jardins e lavagem de áreas comuns, e garagens.

Verificação de vazamentos de água.

Apesar de exigir algum investimento, é uma medida que pode lhe ajudar  a economizar muita água e consequentemente, dinheiro.

Nos Reservatórios subterrâneos de edifícios feche o registro de saída do reservatório do subsolo e a torneira da bóia. Marque no reservatório o nível da água e, após uma hora, verifique se ele baixou. Se isso ocorreu, há vazamento nas paredes do reservatório ou nas tubulações de alimentação do reservatório.

Torneiras – Gotejando, uma torneira chega a um desperdício chega a um desperdício de 46 litros por dia. Isto é, 1.380 litros por mês. Ou seja, mais de um metro cúbico por mês ou mil litros e água.

Um filete de mais ou menos 2 milímetros totaliza 4.130 litros por mês. E um filete de 4 milímetros, 13.260 litros por mês de desperdício.

Compostagem da Grama e resto de folhas.

A compostagem de resíduos domésticas às vezes pode ser uma medida dificultosa pois exige uma manutenção muito grande devido aos alimentos. Porém, uma forma de diminuir a quantia de resíduos do condomínio, é fazer a compostagem do resto de podas de árvores e plantas.

Uma organização bem bacana para lhe ajudar é Morada da Floresta, especialista em compostagem urbana.

Coleta Seletiva.

Diante das circunstancias atuais, a Coleta Seletiva é um item que pode já ser considerado um item básico para um condomínio que queira ter o mínimo de ações sustentáveis. O prédio pode implementar o projeto com uma ONG ou empresa, e realizar a coleta com cooperativas, prefeitura ou empresa. Uma dica é utilizar o site www.rota dareciclagem.com.br para verificar uma organização mais próxima de seu condomínio. Lembrando que coleta seletiva é um dever e responsabilidade de todos e deve-se abandonar a ideia de implementar o projeto somente se houver algum retorno financeiro para o seu prédio.

Educação Ambiental

A educação ambiental é a solução mais barata e eficaz para tornar seu condomínio mais sustentável.  Por mais que aja um investimento por parte do condomínio em tecnologias eco-eficientes, e por outro lado os moradores não se conscientizem, não terão o resultado esperado.

O morador pode ter atitudes básicas do dia-a-dia para tornar sua moradia um local mais sustentável:

Fonte: http://site.sabesp.com.br/site/interna/Default.aspx?secaoId=141

Lixeiras nos andares? É proibido?

Lixeiras nos andares? É proibido?

 

A discussão sobre a disposição de lixeiras nos andares de condomínios é algo antigo.

A Instrução Técnica nº 11/2011 do Corpo de Bombeiros, que atende ao Decreto Estadual nº 56.819/2011, proíbe a disposição de objetos nos andares e corredores, evitando que os mesmos interrompam a passagem em caso de um eventual incêndio.

A retirada das lixeiras dos andares é fundamental para a segurança e para a renovação do AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros). Uma prática comum é retirá-las no momento da vistoria do Corpo de Bombeiros e depois coloca-las no lugar novamente. Mesmo que o condomínio receba a renovação do AVBC, se houver um incêndio no mesmo e a irregularidade seja comprovada em caso de sinistro, existe a possibilidade do seguro não pagar pelas reformas do incêndio e o síndico ser penalizado criminalmente.

Mesmo que os síndicos entendam a importância da retirada das lixeiras, nem sempre esse processo é implantado de forma tranquila no condomínio. Muitos moradores se queixam de perder a comodidade gerada pela proximidade dos coletores, acabam se revoltando e jogando os resíduos nas escadas. Então, para auxiliar na implantação desse novo processo e aumentar sua eficácia, veremos algumas dicas a seguir:

1.    Para se adequar ao decreto é necessário que haja planejamento. O primeiro passo é encontrar um local adequado aos contêineres que receberão os resíduos. Geralmente a garagem é um local de fácil acesso a todos os moradores, facilitando a implantação e aceitação do novo procedimento;

2.    É fundamental que a mudança seja acompanhada de comunicação. Os moradores devem ser avisados com antecedência sobre a retirada das lixeiras e sobre o novo local onde depositarão seus resíduos. A comunicação pode ser realizada por meio de banners, palestras ou comunicados nos quadros de aviso e elevadores;

3.    Também é importante que os funcionários estejam preparados para esclarecer possíveis dúvidas dos condôminos. O treinamento, seja ele de funcionários ou de moradores, é muito eficaz. Além de explicar sobre o novo processo, ele pode abordar a importância da coleta seletiva. Já que o condomínio está em mudança, por que não implementá-la e ser mais sustentável?

 

Quero implementar a Coleta Seletiva no condomínio. Posso ganhar dinheiro?

Quero implementar a Coleta Seletiva no condomínio. Posso ganhar dinheiro?

 

Síndicos, gestores e moradores!

Gostaríamos de esclarecer esse assunto que é sempre recorrente nas assembleias e reuniões de condomínio.

Felizmente, temos uma situação atual em que a maioria dos condôminos querem implementar a Coleta Seletiva e a pergunta que sempre surge no planejamento é: “Quem vai coletar? Posso ganhar dinheiro com os recicláveis?”

Para responder essas questões, vamos citar abaixo alguns dados e informações:

Dados alarmantes da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) de 2016 sobre a geração de resíduos no País revelam que mais de 3.300 municípios ainda continuam a usar instalações inadequadas e lixões.

Se pensarmos na Coleta Seletiva, é ainda mais desanimador. Um serviço que é pouco prestado nos municípios, e quando presente, atende um pequeno percentual da população, como é o caso de São Paulo, que tem somente 3% de todo o resíduo gerado destinado à Reciclagem.

Então, se não for com a Coleta Seletiva da prefeitura, com quem o condomínio pode contar?

-Empresas

-Cooperativas

Atualmente existe uma grande demanda de consumidores com reais intenções em fazer a coleta seletiva e pouca oferta de empresas realizando o processo industrial de transformação da matéria prima o que gera um baixo valor do material reciclável.

Para vocês terem uma ideia, o valor do Kg comercializado de vidro é de R$ 0,13 e o do papelão R$ 0,38. O único material que tem o valor mais alto é a lata de alumínio que é vendida por R$ 3,20 o Kg.

Sem grandes apoios da prefeitura, as Cooperativas de reciclagem que coletavam gratuitamente os materiais nos condomínios, vão perdendo a motivação pelo alto custo da logística como também devido ao fato de o condomínio vender a latinha e deixar o que não tem valor agregado às mesmas.

Qual síndico nunca ouviu de uma cooperativa ou empresa “Não vale mais a pena coletar”?

Resta contratar aquela Kombi caindo aos pedaços, que irá coletar somente o papelão e a latinha e deixar o condomínio na mão a qualquer momento, ou contratar uma empresa profissional que realize a logística.

É por isso que, a ideia de ganhar algum dinheiro com os recicláveis é ultrapassada e a responsabilidade da geração de resíduos é sua e o dever de achar uma solução também.

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